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Coronel e Black00 destrincham momento da paiN Gaming na C.O.P.A. FF

Muitas equipes embarcaram na C.O.P.A Free Fire com novidades em seu plantel, e uma delas foi a paiN Gaming, que mudou praticamente todo o elenco que disputou a primeira etapa da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) no início do ano. Embora tenha se reforçado com grandes nomes, como o D3, eleito como um dos melhores da LBFF na temporada de estreia, a paiN ainda não se encontrou no campeonato online e segue na lanterna, somando 113 pontos após 16 quedas disputadas. 

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Em entrevista ao site, Coronel, técnico da equipe tradicional, e Black00, um dos remanescentes da antiga formação, comentaram sobre os resultados abaixo do que fora esperado. 

“Com certeza não é o que estávamos esperando, e muito menos os fãs. Sabemos que podemos apresentar muito mais e estamos treinando muito para isso”, disseram.

Black atuando pela paiN na primeira etapa da Liga Brasileira de Free Fire (Foto: Cesar Galeão/Garena)

Entre os principais problemas que afetam o time, segundo os entrevistados, está a falta de sinergia entre os jogadores, que ainda não tiveram a chance de se reunir devido à pandemia do novo coronavírus. Para ambos, a falta de uma liderança dentro de jogo também é algo que acaba prejudicando no desempenho da equipe nas quedas.

“O entrosamento é uma questão essencial e determinante no Free Fire, ainda mais em campeonatos onde o nível é altíssimo, como é o caso da C.O.P.A, onde cada detalhe importa muito. Devido a falta de entrosamento, estamos um degrau abaixo na busca por boas movimentações, jogadas sincronizadas, entre outros pontos. Falta uma figura de liderança, é o que a gente precisa para se encontrar no campeonato e trilhar o caminho para as finais”, apontaram.

Mesmo com os resultados negativos, Coronel e Black00 se mostraram esperançosos e vêem a equipe melhorando com o decorrer do campeonato: “Quando conseguirmos melhorar nossa comunicação, os resultados serão melhores dia após dia”. 

Coronel, técnico da paiN, nos estúdios da Liga Brasileira de Free Fire (Foto: Cesar Galeão/Garena)

Finalizando a entrevista, questionamos os Tradicionais sobre o real significado da C.O.P.A para a paiN Gaming e qual equipe eles acreditam que seja a mais perigosa da competição até o momento.

“O clima em relação ao torneio é de seriedade, apesar do resultado não estar chegando como esperávamos. Pretendemos usar o que aprendemos nos treinos e criar mais confiança uns com os outros a fim de alavancar nossa posição na tabela. Por agora, a equipe que se mostrou mais perigosa foi a Vivo Keyd. Eles jogam de forma muito calma e paciente, sempre se posicionando bem e pegando boas safes no final dos jogos”, responderam. 

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