INTZ cresce na LBFF e Moreira crava: “a vaga na final é nossa”

Em entrevista, jogador da INTZ explicou porque a equipe demorou para se encontrar na LBFF, falou sobre um novo jeito de jogar do Intrépidos e mais. Confira.

A INTZ é uma das equipes mais tradicionais no Free Fire e apesar da falta de títulos sempre esteve brigando entre os melhores. Na 3ª etapa da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF), os Intrépidos não tiveram um início de campeonato satisfatório e agora buscam uma recuperação faltando seis rodadas para a grande final. 

Em entrevista ao Free Fire eSports, Moreira, um dos destaques da INTZ, reconheceu a demora da equipe encaixar no campeonato. Entretanto, ele se mostrou confiante e afirmou que o time fará de tudo para disputar as finais da LBFF.

“De fato, demoramos muito para encontrar nossos erros no começo do campeonato, mas estamos vindo fortes e confiante para buscar essa vaga na final. Nosso time tem muita experiência e não vamos desistir, essa vaga na final é nossa”, disse o jogador.

Na última rodada disputada no domingo (27), a INTZ brilhou e ficou de fora do Top 5 em somente uma das quedas. O palco? Kalahari. Apesar de ter sido o terceiro melhor time na primeira queda no deserto, os Intrépidos não encaixaram no segundo bloco e caíram em penúltimo lugar com somente um ponto na conta. Apesar de ver o local como um ponto fraco da equipe, Moreira aponta que a equipe tem evoluído e os resultados estão melhorando aos poucos.

“Kalahari [tem sido o mapa mais difícil de trabalhar], tivemos muitas dificuldades em encontrar uma maneira certa de jogar nele. Mas um ponto interessante é que nas últimas semanas trabalhamos muito em cima do mapa e o resultado já é visível”, comentou.

Além da chegada de Kalahari na rotação de mapas da LBFF, o meta do Free Fire mudou bastante e a INTZ precisou adaptar o seu estilo de jogo para melhor se encontrar no torneio. Moreira se mostrou satisfeito com a evolução da INTZ e comentou com relação às mudanças que impactaram no meta do competitivo. Na opinião do jogador, o campeonato não ficou mais difícil, mas a necessidade de adaptação atrapalhou um pouco o encaixe de algumas equipes, incluindo a sua.

“Não acredito que o campeonato esteja mais difícil, porém, o jogo em si mostrou uma evolução muito grande que acabou tirando o meta do nosso jogo. O que faltava no nosso time era conhecimento de safe, algo que sempre foi um ponto forte conhecido do INTZ. Hoje em dia optamos pelo meta voltado para posicionamento, e está dando muito certo. Conseguimos recuperar uma constância e tivemos grandes atuações nas últimas semanas”, completou.


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