FFCS: MVP da Free Fire League, Carlos fala sobre evolução do LATAM, paiN Gaming e mais

Equatoriano defende a Ignis Esports, organização que surgiu no início do ano e dominou a temporada no LATAM.

Fundada em maio, a Ignis Esports entrou com o pé direito no cenário de Free Fire: com um elenco de peso formado por ex-jogadores de equipes como Arctic Gaming, TopHard e Infinity Esports, o time foi campeão de uma série de campeonatos não-oficiais (Copa Fênix, Huawei Invitational, Versus BOOYAH!) e rematou a boa fase com o título da Free Fire League (FFL), o que consequentemente trouxe a equipe até a Continental Series (FFCS) das Américas

Narucho, Carlos, Jeisson, Nascary e Orellana não tiveram vida fácil, mas em contrapartida, levantaram o troféu de uma das edições mais disputadas da liga latino-americana. Depois de amargar o 4º lugar na divisão Norte, a Ignis se provou na final e com 125 pontos + 31 abates consagrou-se a vencedora da temporada. A Arctic, com 124 pontos, ficou com a 2ª colocação. 

Carlos, destaque da Ignis e MVP da Final da FFL, conversou com o Free Fire eSports e exaltou a evolução constante do cenário latino-americano: “O nível do LATAM está cada vez mais alto. A cada temporada que passa, o campeonato fica mais disputado e o estilo de jogo mais agressivo”. 

A evolução da liga leva Carlos a crer que a FFL tem mais chances de levar a melhor em cima do Brasil na FFCS das Américas: “A nossa região está trabalhando arduamente para representar bem na FFCS. Confio muito que os resultados serão diferentes dessa vez!”, exaltou o equatoriano, que ao longo da temporada assinou 65 eliminações e foi responsável por 27,7 mil de todo o dano causado pela sua equipe.

Ignis é campeã da Free Fire League!

Velho conhecido nas terras tupiniquins, Carlos esteve aqui em 2019 e disputou a Free Fire World Series (Mundial) quando defendia a Infinity Esports. Na época, ele e seus companheiros ficaram na 5ª colocação e assistiram de camarote o título do Corinthians no Rio de Janeiro. No intervalo de um mês, logo em Janeiro, em seu primeiro desafio frente à Arctic Gaming, voltou a figurar o 5º lugar, dessa vez na Copa América, que terminou com a LOUD faturando o título na Cidade do México.

Apesar do retrospecto completamente verde e amarelo, Carlos nega que exista uma rivalidade Brasil x LATAM: “Não existe (rivalidade), falo por mim e pela minha equipe. Nós respeitamos todas as equipes do Brasil e a forma como se unem e apoiam-se a cada competição que disputam”, revelou o jogador, que completou falando da importância da união do continente em prol de um “bem maior”.

No final, somos um único continente, devemos nos fortalecer mutuamente para que o título Mundial permaneça aqui”, continuou.

Ao falar sobre evolução conjunta, Carlos comentou sobre a participação de equipes do LATAM nos populares X-Treinos durante o período de preparação para a FFCS: “Nós (Ignis) e as outras equipes classificadas do LATAM estamos jogando constantemente salas personalizadas contra equipes do Brasil para aprender mais do estilo de jogo delas”.

No sábado (28), serão oito equipes brasileiras contra quatro latino-americanas. A desvantagem numérica não assusta Carlos e ele tem a plena certeza de que “as equipes do LATAM vão entregar tudo de si na competição”. Ao falar sobre os adversários brasileiros, o equatoriano destacou a paiN Gaming, que terminou a Final da última etapa da Liga Brasileira no quarto lugar. Carlos ainda lembrou do Geerty, que durante muito tempo tem se destacando como um dos melhores jogadores do país.

As finalistas da FFCS das Américas

Na LBFF vejo a paiN Gaming como uma equipe constante, que, apesar dos altos e baixos, sempre consegue se manter entre os melhores do Brasil. Tenho um respeito enorme pelo Geerty”.

No geral, as expectativas do jogador da Ignis para a FFCS das Américas são as melhores. Confiante no desempenho da sua região, o jogador acredita que não será fácil levar o troféu para o México.
Será um torneio muito difícil, porém não impossível. Sei que as equipes do LATAM podem exercer um bom papel no campeonato. Confio na minha equipe e nos demais times da liga. Desejo o melhor para AZE, Savage e Arctic (demais representantes da FFL) e muita sorte para todas as equipes, espero que seja uma competição repleta de momentos épicos”, finalizou.

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2 Comments

  1. Luciene

    9 de dezembro de 2020 at 13:37

    Quero diamante

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  2. lucas

    29 de novembro de 2020 at 15:17

    quero minha sala

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